PROCLAMAS | pirata desativa-se para virar contrabandista em 2009

Em dezembro de 2007, o patrocínio do PAC (Programa da Secretaria de Cultura do Governo do Estado) à edição do romance Acordados, permitiu que estruturasse uma rede capilar para a distribuição inicial do livro, de forma afetiva, de mão a mão, projeto denominado Distribuição por Contrabando“.

(Lembra?)

Comemorando 1 Ano do feito, convido assim todos que receberam um exemplar contrabandeado de Acordados a participar do projeto, agora como legítimos contrabandistas! Basta indicar quem te entregou o livro (um desses 60 contrabandistas aqui). Ou seja, se você presenteou tua tia, agora ela poderá receber exemplares para presentear quem quiser.

Nas festividades dos dias 19 ou 20 de dezembro descritas abaixo, cada contrabandista da nova geração poderá receber 10 exemplares do Acordados, compromentendo-se a: (a) não desperdiçar ou vender os livros, (b)  tirar uma foto para registro e (c) entregar os 10 novos exemplares para leitores que queira. É necessária confirmação de participação até dia 17.12.08 (são poucos pacotes) para anarusche no gmail.com

* * *

FESTIVIDADES:

Sexta Básica

19 de dezembro, sexta, 19h, Casa das Rosas

Com a curadoria do músico Pedro Osmar, o Sexta-Básica é projeto que trouxe várias duplas, formadas por um músico e um poeta, à Casa das Rosas ao longo de 2008, apresentando trabalhos em conjunto.

Para fechamento do ano, apresentar-se-ão Ana Rüsche (escritora) com Luama (cantora) e a dupla de Marcelo Montenegro (poeta) com Rafa Barreto (músico). Casa das Rosas, Av. Paulista, 37, Estação Brigadeiro do Metrô


Lançamento do Blogue: Contrabandistas de Peluche (EHH!)

20 de dezembro, sábado, 16h, Mercearia

Após a intensa vida do blogue Peixe de Aquário e os projetos eletrônicos Alerta de Vírus, El Libro de Alan e Pirata de Aquário, é fundando o domínio www.anarusche.com para agregar essas experiências. E hospedar o blogue Contrabandistas de Peluche.

Com a interface aberta a contribuições de internautas, o espaço pretende discutir literatura, criatividade, internet e todas as bobagens importantíssimas que só um blogue pode hospedar. Mercearia São Pedro, Rua Rodésia, 34, Estação Vila Madalena do Metrô

Anúncios

2, Dezembro, 2008 at 2:34 pm 1 comentário

COMO DESCREVER A POESIA BR NOVA EM BULLET POINTS

Sim, fechei a edição da página wiki com essa pergunta.

O texto final? Hehehe, exatamente como vc esperava! O resultado é um emaranhado misto de xingamentos confusos mesclados com linguagem de internet sobre o cotidiano e pontos líricos aqui e acolá. Queria agradecer a todos os colaboradores, anônimos e não-anônimos. Especialmente o Luiz que ligou do Rio pra entender a parada!

Merecia um ensaio analisando humoristicamente a nenhuma coerência na edição coletiva e a forma de escrever cada-qual-para-seu-lado de quase todos os colaboradores… claro que isso é a perfeita resposta metafórica à pergunta. Sem esquecer a ausência, evidente, de observância à proposta. Uma pequena brilhante piece of art simbólica escrita no papel de luz a respeito desse buraco branco que é a poesia brasileira nueva.

Outro dia conto minhas teorias. Aí vai o texto.

[Deixei outro do Saramago para quem quiser se divertir].

COMO DESCREVER A POESIA BR NOVA EM BULLET POINTS

composto via plataforma wiki em http://piratadeaquario.wikispaces.com

escritores canalhas se vestem de falsos amigos… mundinho cão esse da literatura brasileira. Os hipócritas rules.

(actually, hypocrits suck because they’re the ones who rule – Luiz com Z, 23/10/08, 16:43 no Daaaaylight Saving Time)
COMO DESCREVER A POESIA BR NOVA EM BULLET POINTS?
(Eu trabalho na BR e acho esta empresa indescritível
Eu escrevo poesia e acho esse ato inexplicável
E o(a) senhor(a) ainda quer que eu cruze os dois e transforme em bolinhas? O que é isso, companheiro(a)?
Luiz com Z, 23/10/08, 16:44)

Sumidouro

Não tenho dúvida que foram os deuses gregos que inventaram o destino

(e eu tenho certeza que foram os oftalomologistas que inventaram a fonte pequena. Não abuse, um dia serás tu a teres a vista cansada
– Luiz com Z, 23/10/08, 16:46)
Ziembinski

A adorável M., vestida a caráter, zarpou para Guiana no último ônibus noturno, seguida discretamente pelos peixes, enormes, que desciam a foz do Rio Branco. Decidiu, no último instante, não seguir no minúsculo carregador que prometia levá-la a Manaus, tivera estranhos sonhos onde rapazes de Georgetown a trancafiavam em um depósito povoado de tambaquis.
Seu silêncio é o som da fala esquecida. Doze anos antes, pela primeira vez, no prazer de entrar e sentir dentro dela seu corpo e só. Depois, suando em fuga e procurando respostas nunca encontradas. “pode riscar seu nome de meus cadernos?”, “pode escrever seu nome em meus cadernos?”, “eu queria ter tudo de volta – nunca mais perder você e deixar de escutar: minha bocas está sedentas de seu sopro”.

Todo absurdo será lembrado e esquecido no café da manhã, e pela primeira vez, dirá que sim, pode deitar seus olhos em mim, e saltar…

aldir brasil


(…)

(espero vc!)
(e eu espero oê, pra completarmos você
– Luiz com Z passou aqui às 16:47 de 23/10/08)

7, Novembro, 2008 at 8:50 pm 1 comentário

SÉRIE: Benefícios da Caixa Postal | coisas que recebo I

E-MAIL DE UTILIDADE PÚBLICA

: CHAVE DO HOTEL

.

“É bom saber disso. Eu não sabia.

Alguma vez já se perguntou o que está armazenado nas chaves magnéticas (que se assemelham aos cartões de crédito) dos hotéis? Veja a resposta e mude seus hábitos: a. Nome do hóspede, b. Endereço parcial do hóspede, c. Número do quarto do hotel, d.. Datas do chec-in e ckeck-out, e. Número do cartão de crédito, e sua data de validade, do hóspede!

Quando você as devolve na recepção, suas informações ficam lá disponíveis para qualquer funcionário com acesso ao ‘scanner’ do hotel. Ou ainda, um funcionário pode levar um monte delas para casa e, utilizando um aparelho de ‘scanner’ magnético, ter acesso às suas informações e sair gastando pela internet.. Simplificando, os hotéis não apagam as informações das chaves magnéticas até que um novo hóspede faça uso delas, quando suas informações sobrescreverão as do antigo hóspede. Mas até que a chave seja re-utilizada, ela fica, geralmente, na gaveta da recepção com as suas informações nela!

Resumindo:
Guarde com você suas chaves magnéticas, leve-as para casa ou as destrua. Nunca as deixe no quarto, no lixo do banheiro e NUNCA as devolva para a recepção quando estiver fazendo o check-out. Os hotéis não podem cobrar pelas chaves (é ilegal) e você terá certeza de que não estará deixando um monte de informações pessoais valiosas que podem ser facilmente acessadas, e utilizadas, com um ‘scanner’ magnético. Pela mesma razão, se você chegar ao aeroporto e descobrir que ainda está carregando a chave com você, não a jogue nas cestas de lixo. Leve-a para casa e a destrua com uma tesoura, cortando principalmente a faixa magnética das costas da chave.

Informação: Departamento Policial de Pasadena – USA”

5, Novembro, 2008 at 12:10 pm Deixe um comentário

poquita fe 2008 | chile iii

Hoje comecei a responder alguns e-mails. Oscilo entre uma preguiça desgraçada e uma melancolia terrível ao ler minha caixa postal. Raramente leio todos de uma vez.

Bem, hoje respondi aos poemas maravilhosos da Valeria (enviarei para o Daud os traduzir, não consegui direito, são muito profundos, exigem), desayuno con miel y frutas dulces. E ao Wladimir, con un hermoso mail desde Guaiaquil, con botellas futuras de cerveza compartida em territórios desplazados que son las nets. Troquei links de blogue com a Nurit, essa menina de olhos cheios de perguntas e histórias.  E falando no Daud, preciso pedir para ele uma foto de perfil, como essa abaixo, para comprovar ao Gérman que é verdade que eles se parecem incrivelmente.

Acho que o iii é o fim da série. De uma série em que uma cobra morde o próprio rabo e logo temos o infinito.

Hoje traduzi finalmente o poema-delírio-manifesto-ensaio do Pablo Paredes Muñoz e postei no Portal Literal. Tem muitos links, umas 2 horas de surfe de ondas do pacífico na net. Aproveita , pois há muito que não faz sol lá fora:

PARA NO MORIRSE DE FRÍO
Acercamiento a la Poesía Chilena reciente
.

Vos también sos reina? Me pergunta uma poeta argentina com um olho em mim e o outro no amigo mais lindo do mundo que tenho e que se irá. A resposta é simples e perturbadora. Não se dá conta essa menininha do dano que faz com a pergunta, não se dá conta da zona erógena devastada que toca. Estes anos não foram fáceis, simplesmente foram felizes como aniversários raivosos que celebram os meninos pobres uma vez que os pais se embebedaram em outros cômodos. Escrever no 2000 foi uma provocação, nessa década somente restava dançar…

* * *

e queria agradecer às duas criatura da foto  abaixo pelas coisinhas (tão imensas) que fizeram aqui dentro.

23, Outubro, 2008 at 5:04 pm 1 comentário

poquita fe 2008 | chile ii

Albergues são sempre lugares do inacreditável. Impossível imaginar assim o do Poquita Fe , pois com tal reunião de poetas poderiam ser sugeridos os atos mais feiticeiros, como a peculiaridade de, no banheiro feminino, a torneira da pia abrir o chuveiro. Nesta atmosfera com efeitos oníricos reais, você poderia acordar com a menina-Jessica, que escreve a moda dos seriais killers, perguntando as horas; o Christian no seu eterno matinal sofá vermelho com português de charmoso acento portenho ou mesmo vendo o Reynaldo Jimenez gravando com suas mil tonalidades possíveis da fala poemas aos queridos que filmaram todo o evento (ver os vídeo aqui).
Parti mentalmente dessa recepção de albergue, estampada com antipoemas do Parra para falar desses dois. Nem sei se estavam no mesmo quarto. O que passa é que tenho algumas fotos de um episódio deles juntos, logo juntei o senso de humor e a inclinação por escrever ensaios que compartilham. Bem, então algumas linhas abaixo do genial mexicano Luis Felipe Fabre (Pesquisa de Mercado e Imagem da Desconhecida) e o carioquíssimo Ericson Pires (conversa com iara).

.

Pesquisa de Mercado

Uma moeda, pelo amor de Deus, uma moeda,
que o dinheiro é o tema do mendigo
e o mendigo
é o tema desta pesquisa: e se o mendigo tivesse dinheiro
falaria de assuntos menos mundanos? Mas
eis aqui
um tilintar de moedas no interior
de uma lata
de sardinhas sem sardinhas. E as sardinhas?
Baratas e nutritivas: ricas em ferro,
vitamina A e fósforo.
Un excelente paladar diria que a sadinha tem um ligeiro toque de:
a) Metal sovado. b) Dinheiro rançoso.
c) Café de manhã de mendigo.
Um mendigo é basicamente um cofrinho?


Investigación de mercado

Una moneda, por el amor de Dios, una moneda,
que el dinero es el tema del mendigo
y el mendigo
es el tema de esta investigación: ¿si el mendigo tuviese dinero
hablaría de asuntos menos mundanos? Pero
he aquí
un tintinear de monedas en el interior
de una lata
de sardinas sin sardinas. ¿Y las sardinas?
Baratas y nutritivas: ricas en hierro,
vitamina A y fósforo.
Un paladar exquisito diría que la sardina tiene un ligero dejo a:
a) Metal sobado. b) Dinero rancio.
c) Desayuno de mendigos.
¿Un mendigo es básicamente una alcancía?

Retirado de La Jornada Semanal, 24.01.05

(não consegui formatar! desculpa)

Imagem da Desconhecida
(A partir de um poema de Juan Carlos Bautista)

Um sapato vermelho de salto alto
que é, em si mesmo,
um fantasma de seu par ausente.

Um sapato perdido na metade da noite
perdido, entre um passo
e outro, na metade da rua.

Um sapato do qual se pode deduzir uma mulher
subitamente pega
e possivelmente trágica

Mais que um sapato: uma pista para resolver um crime.

Um sapato que é uma pergunta
cuja resposta é outro sapato.

Imagen de la Desconocida
(A partir de un poema de Juan Carlos Bautista)

Un zapato rojo de tacón alto
que es, en sí mismo,
el fantasma de su par ausente.

Un zapato perdido a mitad de la noche,
perdido, entre un paso
y otro, a mitad de la calle.

Un zapato del que se puede deducir una mujer
súbitamente coja
y posiblemente trágica.

Más que un zapato: una pista para resolver un crimen.

Un zapato que es una pregunta
cuya respuesta es otro zapato.

retirado daqui

conversa com Iara

me preparo para mergulhar
as coisas nunca foram simples
todo amor é necessário
inevitável: vitórias régias

me lanço no tempo
simplesmente sacar a arma
todos lançados (dados) na mesma
necessário tecer: vitórias régias

– destemido é viver no olho do furacão: Quantas vitórias régias cobrem um lago ? Quantas flores nascem no lago? Quem mora na vitória? Onde está a rainha? Estou nu –

mergulho nesse pântano
é quase sempre luz
tenho algumas memórias
beijo sempre : vitórias régias

– viajar parado: sobre a superfície do lago se encontra a rainha plainando com os lábios abertos os braços abertos os olhos abertos tudo no mundo cabe num botão flor voraz destemido é beijar a vitória deslizo e mergulho e deslizo e mergulho e deslizo e mergulho superfícies não terminam meu nome é novamente sim –

me preparo

estou nu

retirado da Confraria

21, Outubro, 2008 at 12:08 pm Deixe um comentário

Mostra SESC e Táticas de Guerrilha Urbana

[HOY: ver a Maroca na Leitura do SIM Poesia na Casa das Rosas, 19h. Afinal, foi Ela que me fez gostar de Ella!].

A Mostra do SESC está arrasa-quarteirão! Não pude ir ao happy hour ontem por motivos ornitorrínquicos de peluches, mas queria só mandar constar que estou bem feliz em contribuir com toda essa performidade.

Participei em 3 frentes:

Poema Passageiro: Hoje estará no ar, em todas as TVs de Ônibus e Metrôs da cidade (queira vc carregar na catraca ou não), um vídeo de 40s,  o tempo de um comercial, do El Libro de Alan. O bravo desbravador de madrugadas, señor Daud, e yo fizemos a edição da forma mais didática e clara possível, dentro das mil limitações de edições caseira y mil vontades dos corações com patas.

DESAFIO: Se você, por acaso, vir o vídeo e puder documentar a cena dentro do transporte coletivo – tirando fotos, vídeos, algo assim, ganha um exemplar de Acordados! Assista: http://tinyurl.com/6pu9tz

Literatura Celular: Com a curadoria do impagável Marcelino Freire, até amanhã, serão enviados 30 microcontos de diversos autores via SMS para telefones celulares Vivo. Recebo vários e me divirto. Esse projeto deveria continuar. De minha parte, o duro foi falar de mulher e peixes em 120 caracteres, ufa!. O “amélia” vai ao final para vc ler..

Poesia em Concreto no Sesc Interlagos: E num paredão de concreto no Sesc Interlagos foi colocado o poema abaixo. Outro dia um poeta me contou que, a princípio, quando ouvia falar em “concretismo”, imaginava uma poesia de tocar e não no papel. De pequena eu tinha a mesma sensação. Bem, agora pode, velhinho! Domingo irei para Interlagos fazer fotos. O poema segue abaixo..

Queria muito agradecer o Daniel Hanai e o Ricardo Silveira pelas gentilezas, vontade, organização e espaço – guerrilheiros nessa selva de pedra de símbolos.

.

amélia

jantar mudo de chamadas perdidas
: eu, mulher-de-verdade, destupro meu destino na entranha do peixe.
me calo.


menino de olhos tristes

o menino de olhos tristes tem mariposas
e borboletas na pança
por isso tem as idéias avoadas

o menino de olhos tristes divide
seu abacate e seus poemas com os passarinhos
que pirimpiam no café da manhã

sinto pirilampos frios na barriga
quando escuto as histórias do menino
por essas paredes duras

mas quando ele ri
: só com os olhos )

as luzes que vagalumeiam n a m i n hpaaança
as luzes que vagalumeiam a m i n h a paaança
crrrescem crrrees c até envolverr t o dooo concreto e os c orações
rrescem crrrees c e m até envolet o d o s oconcretos e os c o r a ç õ e s

com um abraço de p e l ú c i a me l e c a d a e m l u z.

17, Outubro, 2008 at 10:56 am 1 comentário

poquita fe 2008 | chile i

[EXTRA! EXTRA! hoje será lançada a Ordem Secreta dos Ornitorrincos, pela Editora Amauta! No b_arco, umas 20h. A autora é uma das mais criativasprodutivascompartilhativas do planeta, a Maria Alzira Brum + aqui]

.

Difícil começar a contar como foi no Chile. Lá para o Poquita Fé 2008, 3ª edição.

Primeiro, porque é incrível a presença da poesia neste país. Não irei citar o Jodorowsky, pq isso foi feito com mais propriedade algures. Não se trata de um modelo de financiamento estatal para a produção poética, como no México, e sim algo incrivelmente mais delirante, com raízes por baixo de tudo, contaminado pela lógica poética, encadeiado pelas cordilheiras que realmente se avista da cidade, um aperto no peito constante. E o Rio Mapocho, como uma tristeza caudalosa, a barulhar caichoerento cruzando a cidade.

A começar pela propaganda – que considerei um sintoma. O Banco escolheu a garota-propaganda poeta-nobel Gabriela Mistral. E em destaque! No metrô, vários painéis engraçadíssimos. O Hotel caro chama-se “Hotel Kapital” e o bordel “Bordel“, claro! Nada mais parriano! Ou a influência dramática da dor zuritiana do “Estudo medicina: … mas esta é a ferida do Chile que quero curar“. Fotos:

Para falar da poesia em si, gostaria de iniciar a série da semana pela oficina Moda y Pueblo, que conheci por intermédio de seu coordenador, Diego Ramírez, uma criatura espantosamente linda. Os encontros ocorrem na Carnicería Punk – transformaram um antigo açougue de bairro em lugar de criação, de compartilhamento, ternura. Do Diego, ainda quero traduzir poemas. Sua leitura foi uma das mais incríveis no festival. Como se fosse possível escolher uma, de tantas fantásticas. Sério. Aprendi muitíssimo lá. HH, obrigada por tudo.

Os oficineiros imprimiram a antologia Frágil. Mas, para que cada individualidade tenha sua energia garantida, cada um produziu caixinhas personalizadas para conter a antologia com objetos dentro, “mi pequeña industria cultural“. E das 280 caixinhas, de sua ternura e convivência tiram enfim isso que se chama poema.

E esse pequeno vídeo que fiz toscamente com minha máquina fotográfica 5.1 é uma forma de agradecimento. Com todo carinho que se deve. Não há saudades, porque o poema está aqui dentro: http://tinyurl.com/4f6c79

Fotos: Diego mostra Brian + oficineiros e seus convidados internacionais, hehe.

16, Outubro, 2008 at 10:56 am Deixe um comentário

Artigos Mais Antigos


piratarizeyourself!

blogue espelho do peixedeaquario.zip.net | ana rüsche | são paulo. brasil

siga o peixe!

http://twitter.com/anarusche

wiki & use

www.piratadeaquario.wikispaces.com | plataforma wiki pra vc editar como quiser a postagem do dia (sim, pode!). depois eu pego a versão alterada lá e posto aqui. quem fica sozinho é pq tá de castigo.